A hairstylist Daniela Rocha, do Studio W Iguatemi, fez uma viagem recentemente para o Butão e contou para o nosso blog um pouco do que ela vivenciou por lá. Confira:

Quando falo da minha viagem para o Butão, a primeira pergunta feita é: onde fica isso???
Butão é um pequeno reino do Himalaia e fica ali quase que despercebido entre a China e a Índia.

Apesar de ser uma das nações mais pobres do mundo, segundo a ONU, ela esta entre as dez mais felizes do universo, de acordo com uma pesquisa do University of Leicestes, no Reino Unido.

O país é lindo, com 72 % de sua área coberta por florestas e 34 rios. Além disso, abriga por volta de dois mil templos e monastérios budistas. Aliás, minha visita tinha como objetivo principal um festival em homenagem ao Guru Riponche. Neste festival, músicas e danças, executadas principalmente por monges, contam sua história de vida. No final do festival, uma tanka (espécie de bandeira de tecido com imagens do Buda) é desenrolada e exposta por somente quatro horas, entre 4h e 8h da manha, para que o sol não danifique o tecido que tem mais de trezentos anos. Segundo a lenda, todas as pessoas que presenciam a abertura e fechamento da tanka são abençoados.

A arquitetura buthanesa também é uma atração a parte. Suas casas de madeira e taipa tem as estacas esculpidas e encaixadas umas as outras, sem a ajuda de pregos. A maioria das casas tem, no lado externo, pinturas de dragões, flores, rodas da sorte, que são verdadeiras obras de arte.

A roupa típica butanesa é tradição, desde os jovens até os velhinhos. Todos os homens usam o “gho”, espécie de vestido até a altura do joelho, preso na cintura por uma faixa. As mulheres usam a “Kira” – peça de pano longa e colorida, sustentada por presilhas na altura dos seios. Os ombros são cobertos por blusas de seda de mangas longas e cores vibrantes.

Um dos momentos mais emocionantes da viagem é a subida ao mosteiro de Taktasang, mais conhecido como Ninho do Tigre. Ele foi construído em 1692 e segundo reza a lenda, o santo Padmasambhava, mais conhecido como Guru Rinponche, milagrosamente voou até lá nos lombos de um fabuloso tigre. Como a montanha tem 3120m de altitude, a subida leva cerca de três horas e a descida umas duas horas e meia. É um desafio e tanto…. então, aqueles que vão até o final na caminhada se sentem recompensados e abençoados.

Para entrar no país, paga-se uma taxa diária de mais ou menos US$ 250, que inclui serviços de guia, alimentação , hospedagem em categoria turística e transporte local.

Tenho um prazer enorme de indicar o Butão como destino turístico para pessoas que valorizam países que conseguem ter suas riquezas cultural e religiosa preservadas, seguindo suas tradições.

Gostou das dicas incríveis da Daniela e ficou com vontade de conhecer o Butão? A Agaxtur Turismo pode te ajudar! Para mais informações, acesse: http://agaxtur.com.br/viagens/

Imagens: Daniela Rocha

Publicado em 12 julho, 2012

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