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Já foi o tempo em que quem sofria com alergia aos esmaltes ficava restrita a uma gama pequena de cores. Nos últimos anos, vidrinhos de hipoalergênicos multiplicaram nas prateleiras.

Esses produtos não contêm algumas das substâncias que oferecem maior risco de causar alergia. Entre elas: o formaldeído (aumenta a durabilidade do esmalte), o tolueno (deixa a fixação do esmalte melhor) e o dibutilftalato (DBP) (aumenta o brilho do produto).

Para ser registrado na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como hipoalergênico, o esmalte necessita passar por testes clínicos que comprovem baixa probabilidade de irritação.

Mas atenção a indicação de 3, 4 ou 5 free no rótulo indica que o esmalte não contém três, quatro ou cinco substâncias mais causadoras de alergia, porém não passaram obrigatoriamente por testes clínicos que garantem um menor potencial de causar alergias.

Como saber se estou com alergia?

Os sintomas em geral são de coceira e vermelhidão, principalmente nas pálpebras e pescoço e áreas mais sensíveis e de muito contato com as mãos, irritação nos olhos, unhas mais frágeis (que demoram a crescer ou descamam com facilidade) e irritação na pele em volta das unhas.  Para cuidar e sanar isso o ideal é consultar um dermatologista.

DICA: Como os hipoalérgicos tendem a sair facilmente, você pode fazer uso de algumas dicas para evitar que isso aconteça como: limpar de leve a ponta e debaixo das unhas após pintar, passar uma camada de top coat no mesmo dia e dois dias depois e evitar tomar banhos muito quentes, uma vez que a alta temperatura amolece a unha e a cutícula fazendo com que o esmalte descasque mais rápido).

Imagem: reprodução.

 

Publicado em 8 outubro, 2018

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