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Maria Antonieta, a rainha ícone de uma época foi a inspiração que o makeup artist Wildson Lopes, do Studio W Alphaville, escolheu para esse carnaval.

O look foi inspirado em uma das rainhas mais famosas da história e ícone de uma época de glamour e muito luxo. “A maquiagem é bem feminina e em tons de rosa. O diferencial nos olhos é o uso de um delineador com brilhos e o uso de uma sombra clara no canto dos olhos, para iluminar o olhar. Faça a pintinha charmosa da personagem e escolha um batom rosa bem feminino”, conta Wildson.

A fantasia belíssima, também é do pessoal do Breshow Fantasias e o visual foi complementado com a ajuda de uma peruca que o haisrtylist Alison Alvarez ajudou a colocar na hora da composição final. “Caso tenha cabelos cacheados prenda-o no topo da cabeça, caso contrário, o uso de perucas é bem-vindo nessas festividades”, explica Alisson.

O resultado você vê abaixo com imagens e um vídeo com o passo a passo do make, para copiar já! 😉


QUEM FOI MARIA ANTONIETA

Maria Antonieta nasceu em Viena, Áustria, e em abril de 1770 casou-se, por meio de uma procuração, com o herdeiro do trono francês, com o objetivo de aproximar as duas cortes europeias. Logo após a cerimônia, acompanhada por um cortejo com 57 carruagens se pôs a caminho da França. Por exigência da nova pátria, ao chegar à fronteira entre os reinos, Maria Antonieta foi obrigada a deixar para trás tudo o que tivesse alguma relação com a Áustria, o que incluía não apenas seu enxoval e suas damas de companhia, mas também as roupas que usava.

A chegar à França, uma nova cerimônia de casamento foi realizada em Versalhes. E, sob os olhos atentos da nobreza, o casal se retirou para a cama, onde não aconteceu “nada”, como escreveu o delfim em seu diário.

Não foi fácil para uma adolescente de 14 anos se adaptar à nova vida. Apesar de apreciar viver em um dos mais deslumbrantes palácios da Europa, as complicadas regras de etiqueta da corte francesa a irritavam um pouco. E não era só isso, Maria Antonieta não possuía nenhum tipo de privacidade. Tudo o que ela fazia, era observado pelos membros da corte. O estranhamento dela com a nobreza francesa fez com que fosse apelidada pejorativamente de “a austríaca”.

Por um bom tempo ela suportou a má fama, até assumir em 1774 o trono francês, quando seu marido foi finalmente coroado rei Luís XVI. Isso fez uma reviravolta em sua vida. Em pouco tempo, dispensou parte das antigas damas de companhia e povoou a corte de gente jovem.

A nova rainha passou a organizar corridas de cavalos, divertir-se em passeios de carruagem a toda velocidade, frequentava e promovia festas, visitava muitas óperas e teatros e adorava a noite parisiense. Muitas e muitas vezes divertia-se sem a presença do rei, que parecia não se incomodar nenhum um pouco com o comportamento da esposa. Pelo contrário, mostrava-se até satisfeito em fazer as vontades da esposa.

Mas, apesar de tudo isso, Maria Antonieta era obrigada também a suportar muitas pressões. Os nobres, que haviam sido excluídos do convívio na corte, não paravam de caluniá-la. O jeito dela reagir a tudo isso, era usar o glamour e a moda como uma arma para se firmar. “Ela usava a moda como um instrumento político, como forma de aumentar ou sustentar sua autoridade em momentos em que ela parecia estar sob risco, como nos sete anos que se passaram antes que ela tivesse um filho”, conta a pesquisadora Caroline Weber, no livro “Rainha da Moda”. Sua posição melhorou bastante na corte quando finalmente tiveram seu primeiro filho. E também com isso, ela ganhou mais coragem para desafiar os costumes de Versalhes.

Longe de todo o luxo de Versalhes, os camponeses e o povo francês passavam por um período muito difícil, com a economia cambaleando e o governo atolado em dívidas. Maria Antonieta ganhou, então, um novo apelido: “Madame Déficit” e seus hábitos extravagantes se tornaram alvo da revolta popular. Para piorar, a péssima colheita de 1788 deixou os camponeses famintos e desesperados. Enquanto que a burguesia reclamava dos direitos dos nobres. Em meio a tantas críticas, Luís XVI, convocou uma reunião dos chamados Estados Gerais: uma assembleia que reuniu representantes do clero, da nobreza e do povo.

Os Estados Gerais foram dominados pelos não-nobres que criaram a Assembleia Nacional Constituinte que aboliu o regime feudal e os privilégios da nobreza. Em outubro, o povo rebelado invadiu Versalhes e o rei e a rainha foram obrigados a mudar-se para Paris. Em junho de 1791, tentaram fugir da França, mas foram pegos e levados de volta a cidade luz. Sem alternativa, passaram a esperar ajuda da nobreza de outros países. Em pouco tempo, Luís XVI fora considerado um traidor e o ódio contra a nobreza atingiu o ápice. Em janeiro de 1793, Luís XVI foi guilhotinado. Maria Antonieta ficou exilada na prisão até ser condenada à morte em outubro de 1793.

Imagens: Studio W – Agradecimentos: Breshow Fantasias e Joy Models.

Publicado em 2 fevereiro, 2016

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